terça-feira, 24 de agosto de 2010

The Walking Dead trailer



Sai finalmente o trailer da esperada série The Walking Dead!!! By Omelete

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Zumbis vs Robôs vs Amazonas


Chris Ryall e Ashley Wood, são os criadores de uma HQ, onde os humanos para a guerra contra os zumbis, criaram robôs, que acabaram destruindo o mundo. Nesse cenário pós apocalíptico, a amazonas (?) tentarão sobreviver numa guerra pelo existência, conta as hordas meléficas, e os robôs...
Hq muito interessante, e divertida.

Abstraia-se

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

TENSOO

TENSOO


Celular (Cell, 2007)



O mestre do terror Stephen King, depois de ter usado lobisomens, vampiros, fantasmas, carros (?), poderes sobrenaturais, e tudo mais em suas histórias, resolve atacar com um tema muito popular, mas que não tinha passado por suas mãos ainda: Zumbis. O resultado disso, acabou sendo uma trama um tanto quanto esquisita, cheia de altos e baixos, derrubando um pouco a expectativa criada em cima do tema.
Eu procurei esse livro para ler, achando que se tratava única e exclusivamente de uma história de zumbis, no melhor estilo George Romero – que recebe até uma dedicatória no início do livro. King, dá aos seus zumbis um toque especial, fugindo do estereótipo clássico, criando uma coisa bem sua: pra começar os zumbis não estão mortos, são pessoas comuns e VIVAS, que após receberem um pulso através dos aparelhos celulares, começam a se comportam como lunáticas, e atacar ferozmente quem encontrar pela frente. Aí está um dos pontos altos do livro, os primeiros capítulos que abordam essa transformação, detalham minuciosamente como seria um acontecimento assim, num caos digno de Romero: Tudo está normal e de repente, um homem morde seu próprio cão... E começa a baderna, pessoas atacando umas as outras com mordidas, e o que estiverem às mãos, num comportamento no mínimo bestial. Batidas seqüenciais de carros, quedas de aviões, e explosões ininterruptas, faz você se sentir na pele, de um cidadão numa cidade entrando em colapso, todos passam a ser uma ameaça, além dos constantes acidentes, qualquer cidadão pode avançar para você com um cutelo e te retalhar. Tudo segue num clima perfeitamente apocalíptico, e você sente na pele a procura de refúgio desesperada dos personagens – e em momento algum King, para de narrar as explosões, que dão um toque de realismo na narrativa. Depois de um começo arrasador, ao história dá uma decaída: os “zumbis” passam a evoluir com o tempo, e se tornam telepatas e telecinéticos, e dessa forma poderosos demais para serem combatidos, e passam a querer vivos os personagens, para uma vingança pessoal. Com isso, mais da metade do livro, passa a ser uma jornada monótona, onde nossos personagens serão protegidos de quem se meter com eles – o que não ajuda muito – pelas próprias criaturas, perdendo todo o clímax de “sobrevivência”. Depois de uma queda brusca de interesse, o livro começa a ficar mais interessante para o final, e o desfecho é de “lavar a alma”, edificante, explosivo, muito bom. E depois cai novamente de rendimento...
Bem, é essa  a impressão que eu fiquei, King criou uma história interessante, mas em detrimento das criaturas chatas – zumbis telecinéticos?ahh – e o fraco desenvolvimento dos personagens – a personagem mais legal... – acabou fazendo de Celular, um livro comum, longe de ser um clássico. Quer ler? Pois leia, num é de todo chato, mas pelo que eu esperava, não me agradou muito! Pelos bons altos, e muitos baixos, fica num meio termo, sem feder nem cheirar!

Escritor: Stephen King


Fonte: Perimeter

domingo, 15 de agosto de 2010

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Sai o trailer de I Spit on Your Grave

Saiu o trailer de I Spit On Your Grave





O filme é um remake do terror de estupro e vingança de 1978 Day of the Woman, posteriormente relançado com o título I Spit on Your Grave. No Brasil, o filme saiu como A Vingança de Jennifer. A história mostra a escritora Jennifer Hills, que decide sair da cidade e buscar tranquilidade em uma amistosa cabana na floresta para começar seu próximo livro. Lá, torna-se vítima de uma noite de intimidação, humilhação e abuso - e promete vingança.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Resident Evil 2(1998)

Qual não foi minha sensação ao jogar esse jogo pela primeira vez, me lembro até hoje: era um quarto escuro, e eu nunca tinha entrado em contato com jogos de terror. O clima noturno do jogo, os monstros – sim era a primeira vez que eu topava com um tema assim – o cenário. Tudo isso contribuiu para fazer de Resident Evil 2 uma experiência inesquecível.
O enredo conta a história de Leon S. Kennedy, um policial que logo no seu primeiro dia de trabalho no Departamento de Policia de Raccon City, se encontra numa cidade devastada e infestada por zumbis. Leon começa sua jornada por sobrevivência, onde “escondido” dentro da delegacia, ele começa a investigar e descobrir tudo o que pode ter acontecido na cidade. Por outro lado Claire Redfield, vem até a cidade procurar seu irmão Chris Redfield – protagonista de Resident Evil 1 – mas encontra um caos apocalíptico, em sua jornada ela encontra Sherry, e fará de tudo para proteger a garota. Leon e Claire se encontram e unirão forças numa tentativa de fugir da cidade.
Resident Evil 2 é um clássico do Survival Horror, e é o segundo episódio de uma das franquias mais rentáveis da história. A ambientação é simplesmente maravilhosa: Os cenários são perfeitos, coisas destruídas, lixo espalhado, e sangue... Você realmente se sente abandonado num apocalipse Z, os zumbis são lentos e lerdos, mas a escassa munição os transforma em adversários formidáveis, o som e a trilha sonora do jogo, contribui para a tensão, fazendo você cravar os dedos com muita atenção ao controle. O roteiro do jogo é maravilhoso, e tem moldes de um excelente filme. Você se sente dentro da história.
Não só de zumbis vive o jogo, outros monstros aparecem ao longo da franquia. Insetos gigantes, e outras bizarrices são comuns de se encontrar, mas o grande destaque para Resident Evil 2 vai para o Licker: Um humanóide monstruoso, que anda sobre as 4 patas, e pode andar nas paredes, portador de uma grande velocidade, com uma boa arma e munição ele não é problema, mas mesmo assim é um dos monstros mais perigosos, e mais famosos da série.
Resident Evil 2 não é só mais um jogo na extensa lista de jogos da franquia, mas é um dos principais nomes, onde a série Resident Evil cravou seus alicerces.


Criador: Shinji Mikami
Empresa: Capcom
Estilo: Ação, Survival Horror


Fonte: Perimeter

Zumbis x Vampiros?


A emissora NBC acaba de comprar a ideia de piloto Zombies vs. Vampires de Austin Winsberg, criador da série Jake in Progress.
A história se passa em um mundo onde zumbis fazem parte da sociedade e são controlados com medicamentos. Os protagonistas são dois policiais (um deles é secretamente um vampiro) de uma equipe formada para lidar com crimes relacionados a zumbis.
Winsberg, McG e Peter Johnson serão os produtores-executivos. O projeto é descrito como uma "divertida série policial de parceiros". A NBC comprou a ideia, mas até que o piloto seja autorizado (e depois possa virar série fixa) ainda vai um bom caminho.

Fonte: Omelete

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Lobisomem Americano
Segundo o LA Times, Fernley Phillips, roteirista de O Número 23, está negociando com a Dimension Filmspara assumir o texto da refilmagem de Um Lobisomem Americano em Londres.
O jornal não detalha a ideia para o remake e diz apenas que será uma "abordagem moderna" para o clássico de 1981 dirigido por John Landis.
An American Werewolf in London é um dos mais cultuados filmes de lobisomem da história. Nele, dois jovens dos EUA resolvem passar férias na Inglaterra mas são atacados pelo monstro, do qual os moradores locais evitam falar.

Fonte: Omelete

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Demônio: Novo Cartaz


Demônio (Devil), suspense sobrenatural coescrito por Brian Nelson (30 Dias de Noite) e M. Night Shyamalan, produzido pelo cineasta indiano, ganhou o seu primeiro pôster - que reforça a presença de Satanás em pessoa no filme.
A trama enfoca um grupo de pessoas presas dentro de um elevador - e uma delas é o diabo.Chris Messina, Logan Marshall-GreenJenny O'HaraJacob VargasMatt CravenBojana NovakovicBokeem WoodbineGeoffrey Arend e Caroline Dhavernas estão no elenco.
A direção é dos irmãos John Erick e Drew Dowdle (produtores e roteiristas de Quarentena).Devil tem produção do selo que Shyamalan criou, The Night Chronicles. A Universal Pictures lança o filme nos EUA em 17 de setembro nos EUA e em 29 de abril de 2011 no Brasil.
Veja o cartaz abaixo:

Fonte: Omelete


Terror em Silent Hill (Silent Hill, 2006)

           Filmes baseados em jogos geralmente, têm por costume serem um fiasco, seja pela falta de interação – que só um jogo oferece – seja pelo pouco conteúdo original do jogo presente – afastando os fãs – e justamente pela falta desses dois quesitos não agrada também ao grande público. Felizmente, Terror em Silent Hill, é uma das raras obras que ensinam como unir a sétima à décima arte com muita eficiência.

O filme conta a história de Rose (Radha Mitchel) e Christopher ( Sean Bean), pais de Sharon (Jodelle Ferland), uma menina sonâmbula que pronuncia o nome Silent Hill em seus devaneios. Rose descobre que existe uma cidade fantasma riscada do mapa, com o mesmo nome. Rose decide visitar a cidade em busca de respostas, e leva a filha junto. Chegando lá, Sharon desaparece e Rose começa uma busca desesperada pela filha, numa cidade no mínimo diabólica, sem saber que Sharon tem algo em comum com a história funesta da cidade.
Mas nem tudo são flores em Silent Hill, o roteiro não é um primor de qualidade, - que tipo de mãe leva um filho para uma cidade fantasma??? – a argumentação também é um tanto quanto fraca, e o filme oscila: por hora parece querer explicar demais e outras vezes parece meio confuso – principalmente para quem num jogou o game. Mas no fim das contas o filme caminha bem com as próprias pernas.
O ponto alto do filme foi a transposição fantástica da cidade de Silent Hill para a telona. O diretor e a equipe de arte conseguiram igualar ao jogo e criar um cenário: medonho, insano, claustrofóbico e doentio. Todas as principais características do jogo foram fielmente utilizadas: A neblina – famosa neblina que tinha como objetivo principal cobrir as falhas gráficas do PS1, e acabou imortalizando o game – está lá, e é explicada como sendo as cinzas, do subterrâneo da cidade que queima eternamente – sinistro; a sirene que toca sempre que a cidade vai se transformar numa manifestação terrena do próprio Inferno, ficaram excelentes no filme; os monstros também ficaram fielmente adaptados, gerando asco, repugnância e medo – Pyramid Head com certeza encheu os olhos dos fãs; e o final que poderia vacilar acaba sendo surpreendentemente maligno e sanguinário – vai agradar fãs e não fãs com certeza... pelo menos os que tiverem estômago!

Enfim , Silent Hill não é o melhor filme de terror da história do cinema, mas é um excelente filme de terror, além de ser talvez a adaptação mais fiel de um jogo de vídeo game. Perfeito? Não sei. Magnífico? Talvez. Competente? Com toda absoluta certeza!!!
Direção: Christophe Gans
Roteiro: Roger Avary
Duração: 127min
Distribuidora: Columbia Pictures, Sony Pictures

Fonte:Perimeter

O Lobisomem (The Wolfman, 2010)


Enquanto Edward brilha na luz do sol, e Jacob desfila pela tela com sua barriga tanquinho sarada, Lawrence Talbot se esconde desesperado na mansão de sua família, com o sangue derramado na noite anterior em suas mãos. Essa seria uma boa forma de colocar como O Lobisomem se contrasta com o cenário do cinema atual, ultimamente a telona foi invadida por uma legião de monstros bonzinhos, e liderados por Crepúsculo, aparece uma porção de filmes e séries que colocam criaturas das trevas, como os mocinhos da história. Em O Lobisomem acontece o oposto, com uma boa produção e mantendo o pé na estrutura dos clássicos, Joe Johnston resgata a imagem dessas criaturas, que foram meio apagadas nos últimos anos.
 Lawrence Talbot (Benicio Del Toro), é um ator, que retorna a sua casa depois de vários anos de ausência, para investigar o desaparecimento do irmão, e chegando lá, descobre coisas terríveis sobre um possível monstro rondando o lugar. Sondado pela presença confortável de sua cunhada Gwen (Emily Blunt), e pela figura misteriosa e opressora de seu pai Sir John Talbot (Anthony Hopkins), Lawrence começa a descobrir coisas do seu passado, que podem mudar sua vida para sempre. Nessa relação áspera com o pai, Lawrence passa a ser investigado pelo Inspetor Abberline (Hugo Weaving), que desconfia que Lawrence seja louco e pode ter matado o próprio irmão.
O roteiro dividiu bastante a critica, mas de uma forma ou de outra acertou em não inovar demais. Apostando na boa  e velha receita, se mantém nos trilhos como um bom filme de terror tradicional - anterior à era do horror oriental – e não falha nesse aspecto. O filme tem uma dosagem alta de violência, membros retalhados, e vitimas dilaceradas são uma constante no filme, que em momento algum tem medo de espantar o grande público, com demonstrações bastante gore.
Muitas controvérsias surgiram sobre o roteiro, sobre a trama batida, sobre os personagens bem ou mal desenvolvidos, enfim... mas não podemos deixar de comentar o ponto alto do filme: a ambientação. Muitos problemas surgiram perto do lançamento do filme, o que deixou muita gente apreensiva, mas no fim das contas o que se viu foi um filme perfeitamente bem finalizado. O cenário é soberbo, e tudo contribui para passar a alma gótica da história ao espectador: a velha mansão dos Talbot, a floresta sombria, Londres e sua eterna neblina, e a lua cheia... Tudo isso contribui para o universo abordado no filme, com os ataques noturnos da criatura sendo algo memorável. Outro ponto que o filme acerta em ir contra a maré, foi em optar em não usar CGI para construir o monstro. A CGI é a técnica usada pela maioria dos filmes atuais, na concepção de criaturas, mas em O Lobisomem, Joe Johnston, preferiu usar a clássica maquiagem, e o efeito foi surpreendente: a criatura realmente parece real, tanto na locomoção, quanto nas expressões faciais, e passam todo o horror, medo e insanidade vividos pelo personagem.
O Lobisomem pode não ser um filme que vai entrar para a história, mas grava seu nome, justamente por ousar em não ser ousado. Bom saber que em tempos que lobisomens e vampiros arrancam suspiros enamorados de adolescentes no cinema, monstros ainda podem arrancar cabeças!



Direção: Joe Johnston
Duração: 102min
Distribuidora: Universal Pictures, Relativity Media, Stuber Productions

Fonte: Perimeter







Dagon



Howard Phillips Lovecraft, é um dos maiores escritores da Literatura clássica de horror, e acabou influenciando vários nomes da literatura como : Stephen King, Robert E. Howard, Guillermo Del Toro, Neil Gaiman, entre outros, sendo ele próprio influenciado por um dos pais da literatura gótica: Edgar Allan Poe. Lovecraft criou um estilo próprio de literatura: goticismo misturado com ficção científica, tudo isso ambientado numa mitologia criada por ele próprio, conhecida como os Mitos de Cthullu.
Uma constante na obra de Lovecraft, é o horror inonimável: criaturas tão horrendas e grotescas, que não podem ser descritas com palavras; e a loucura: quase todos os protagonistas das histórias, se encontram em estado de loucura iminente, a um passo da perdição. Lovecraft conseguiu dessa forma cravar seu nome na história da literatura, de onde não deve sair nunca mais.
A mitologia de Craftiniana, prega que a Terra foi habitada a milhares de anos, por criaturas conhecidas como Os Antigos, que foram embora da Terra, mas devem voltar em breve para retomar seu lugar, e já se acham presentes entre nós. Em Dagon, encontramos 8 contos, que se baseiam nisso, e apresentam uma outra raça presente no mundo: Os Profundos, uma raça humanóide anfíbia, que mora sob as águas do oceano, e vivem alheios a presença dos Antigos, seu principal deus é Dagon, mas sobre ele não se sabe muita coisa.
          
                                 CONTOS

O Medo à Espreita

Conta a história, de uma espécie de demônio que é invocado sempre pelos sons dos relâmpagos.

Dagon

Narra o encontro de um marinheiro, com o Deus Dagon.

Arthur Jermyn

Sobre um historiador, que sempre escutou as histórias de seu avô, sobre uma tribo simiesca perdida no interior do Congo, e enlouquece depois que recebe um caixão com um conteúdo peculiar.

O Templo

A Narrativa sobre um submarino, que tem contato com a possível Atlântida submersa. O único sobrevivente, começa a ter vislumbres de luzes, e vozes, e começa a ser atraído pelas ruínas.

O Pântano Lunar

Conta a história de um fidalgo que compra uma mansão as beiras de um pântano, e resolve drena-lo. Mas o pântano, parece ser habitado por uma raça anfíbia adoradora da lua.

O Inonimável

Conta a história de dois amigos escritores, que conversam sobre horrores na presença de uma lápide singular. Um cético, e outro que jura que já teve contato com uma coisa bizarra, e promete provar para o amigo.

O Intruso

O protagonista narra sua vida solitária, e sozinha no mundo, descrevendo o seu primeiro contato com a humanidade e com o horror existente no mundo.

A Sombra sobre Innsmouth

O mais longo dos contos do livro. A narrativa, de como uma cidade normal, foi transformada, em algo sinistro e sombrio, depois do contato de seu povo, com uma raça submarina.


Fonte: Perimeter

Predadores (Predator, 2010)


                                  
“Volta às Origens”, tem sido essa a fórmula usada no remake de muitos filmes atualmente. Sempre que uma franquia alcança certo sucesso, é quase certeza que ela terá uma continuação, e muitas vezes os produtores, com medo de fazer algo repetitivo e maçante, e com a intenção de atrair novos fãs, acabam inovando tanto o enredo dessas franquias, que acaba fazendo com que percam a identidade. Com o Predador não foi diferente, depois de uma renomada fama, direcionada a um público alvo, os Predadores galgaram o mainstream, protagonizando duas seqüências ao lado de outro famoso alienígena: O Alien – que para mim, é uma profanação na carreira do monstro. Os filmes conseguiram levar o grande público ao cinema, mas de fato não eram bons, então mais uma vez os produtores, optaram pelo caminho mais simples, mais rápido e mais fácil: o bom e velho retorno as origens.

Predadores, conta a história de sete pessoas, que foram simplesmente transportadas do local que se encontravam, para uma selva remota e desconhecida. Perdidos e sem saber o que fazer, eles descobrem que na verdade se encontram em outro planeta, e que junto com eles outras criaturas foram deixadas lá. A trama se transforma em um sanguinário e violento jogo de gato e rato, e os sobreviventes farão de tudo para continuarem sobrevivendo. Eles precisam fazer de tudo para sobreviver e ainda conseguirem fugir do malfadado planeta, e podem contar com uma grande ajuda, ou não!
O filme não é um primor de qualidade técnica, nem nada do tipo, os atores interpretam simplesmente o necessário: soldados seguidores do lema, “atire primeiro, pergunte depois”, e numa caçada onde só os melhores soldados foram escolhidos, você se pergunta o que um ou dois personagens estão fazendo na história. De resto você já conhece, já sabe quem são os Predadores, e suas armas e técnicas então nem se tem muito a comentar.
Bom, é basicamente isso, não se tem muito mais a dizer. A ambientação ficou boa, as cenas de ação ficam dentro das expectativas, o roteiro é simples, como realmente tinha que ser. O filme é uma obra de arte ? Não, mas para quem é fã do monstrengo, é muito agradável de se ver. Nessa era de remakes, eu continuo a espera de um novo solo do Alien.

Direção: Nimrod Antal
Roteiro: Alex Litvak, Michael Finch, Jim Thomas, John Thomas
Duração: 101 min
Distribuidora: Fox Filmes do Brasil



Fonte: Perimeter
"Porque quando o Inferno estiver cheio,
os mortos caminharão sobre a Terra"